O PROJETO

O Meio Ativo é uma proposta de Estudo do Meio dos processos urbanos.

DE QUAL MEIO? Do território da escola. POR QUE CONHECER O TERRITÓRIO DA ESCOLA? A partir de uma plataforma colaborativa e dinâmica, estudantes e professores poderão construir ano a ano projetos multidisciplinares envolvendo consciência ambiental, valorização cultural, consumo consciente, direitos humanos e comprometimento social. Adquirir conhecimento da relação entre o local onde está inserida a escola e a sociedade que o habita, através de investigações orientadas e visitas de campo, desperta no jovem estudante atitudes positivas em relação ao ambiente, a sociedade e a si mesmo. QUANTO TEMPO DURA O PROJETO? Depende do número de alunos da escola, do tamanho do território a ser estudado e dos dias que a escola terá disponível para realizar o trabalho, porém deverá ser realizado dentro de um ano letivo. Após finalizado o inventário o Banco de Dados gerado no projeto poderá ser utilizado pela escola em inúmeros outros projetos. COMO ESTUDAR ESTE TERRITÓRIO? O Projeto está dividido em 07 Eixos de pesquisas e cada Eixo em Temas Pedagógicos, todos alinhados com a Base Nacional Comum Curricular e contempla as dez competências apontadas na BNCC.

 

OS 7 EIXOS

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ESPAÇO GEOGRÁFICO

Começando pelo estudo detalhado da escola, como espaço físico e social e depois um mergulho geográfico e cartográfico; estudo da paisagem, a ocupação do solo, mapeamento da economia local nos setores primário, secundário e terciário, os projetos sociais e o sistema de transporte no bairro.

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ABASTECIMENTO

Alimentos desde a sua produção orgânica e convencional no entorno da cidade, sua distribuição e os pontos de venda em feiras livres

e cestas orgânicas. As fontes de energia, a produção, distribuição

e análise de uma conta de luz. Água, da captação à distribuição.

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DESCARTES

O lixo (seco, úmido e eletrônico), iniciando pelo consumo, pelos tipos de lixo e destinação no descarte. Poluição do ar, composição, fontes e soluções para amenizar seus impactos.

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CIÊNCIAS

Astronomia, além do estudo do céu observar a poluição luminosa dos territórios. Parques e Áreas verdes do Território, inventário da flora e fauna.

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SOCIEDADE

Temas que falam sobre a rede de relacionamentos entre as pessoas no território da escola

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ADMINISTRAÇÃO

Entender a administração pública direta e indireta da cidade, as leis municipais, a gestão urbana, manutenção urbana e as obras públicas em execução.

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CULTURA

Pesquisa detalhada da história do bairro e suas memórias, a imigração, inventário cultural e de equipamentos de esportes, lazer e recreação.

ATRAVÉS DA OBSERVAÇÃO, OS ESTUDANTES PODEM COMPREENDER MELHOR O MUNDO ELABORAR PERGUNTAS E BUSCAR RESPOSTAS

METODOLOGIA

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INVESTIGAÇÃO


O Projeto Escola Cidadã irá orientar todo o processo de pesquisa de acordo com a faixa etária e o local onde a escola está instalada. 

SAÍDA DE CAMPO

 

As visitas serão feitas a pé pelo território da escola.

Para  visitas em locais mais distantes iremos respeitar os protocolos de segurança.

PLATAFORMA


Plataforma digital desenvolvida pelo Projeto Escola Cidadã para a comunidade escolar. A partir das pesquisas e visitas de campo, os dados serão introduzidos por um mediador que poderá ser da escola ou do Projeto. Após o término do trabalho, que terá a duração de um ano letivo, este Banco de Dados será da escola.

ATIVIDADE ARTÍSTICA SOCIAL 

 

Após as pesquisas, as visitas de campo e a criação do banco de dados, uma atividade artística-social complementa o trabalho.

Maquetes, jornais, revistas, panfletos, campanhas, palestras e debates, saraus, brechós, exposições fotográficas entre outros, utilizando sempre que possível a Sala Maker. Atividade que será orientada por monitores do Projeto Escola Cidadã.

 
 

TA

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RESUL   DOS

UM
 

Utilizar o microambiente da escola e seu entorno como laboratório de investigações e experiências criativas na busca de soluções de pequenos problemas, que independente do resultado poderá proporcionar aos estudantes a capacidade de pensar em soluções a partir da análise detalhada dos problemas.

DOIS

Conscientização política suprapartidária.

TRÊS

Criar uma relação afetiva com a entidade escolar e seu entorno.

QUATRO

Dar uma utilização criativa e social para a  Sala Maker na criação das atividades artísticas sociais 

QUEM FAZ

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CARMEN MATTOSO

Trabalho há 18 anos com Estudo do Meio através da Tear Turismo Experiência e Arte, e ao longo destes anos venho reinventando maneiras de encantar os estudantes pelo mundo natural, ciente de que, onde houver amor, haverá preservação e cuidado.Venho me questionando sobre levá-los para longe onde não poderão atuar efetivamente após seu retorno. Assim, surgiu a ideia do Projeto EscolaCidadã, para que,após o estudo detalhado do meio que os cercam, possam colocar a mão na massa e agir imediatamente. O mundo pede urgência. 

PAULO VARELLA

Responsável pelo conteúdo

e saídas relacionadas aos temas: Astronomia/ Poluição Luminosa, Orientação Espacial e Meteorologia. Sou fascinado pelas ciências naturais. Interessei-me por Astronomia, Geologia e Meteorologia bem cedo, aos 13 anos de idade. Fiz os cursos do Planetário e da Escola Municipal de Astrofísica de São Paulo e aos 14 anos fui convidado para integrar o corpo de voluntários da Instituição. Com 15 anos narrei minha primeira sessão ao vivo do Planetário e não parei mais. Em 1976 tornei-me professor dos cursos; foram mais de 300 deles até minha aposentadoria em 2016. Cursei Geologia na Universidade de São Paulo, parte do curso de Meteorologia, também na USP e fiz pós-graduação em Astronomia na Universidade Cruzeiro do Sul. Em 1987 criei o Observatório Céu Austral, itinerante. Assim pude levar a ciência a distantes pontos do Brasil. Tenho livros publicados, cartas celestes e hoje participo de inúmeros projetos e o “Projeto Escola Cidadã” é um dos mais importantes.

GRACI ZAPATTA

Responsável pelo conteúdo e atividades com vídeos em todos os temas. Minhas primeiras descobertas do poder da edição de filmes foram nas compilações que fazia para os vídeos de família. Ali aprendi a emocionar. Logo depois despertei para os clássicos do cinema, fazia listas, assistia e me emocionava. Na fase mais política da adolescência os documentários me enchiam de questionamentos e, foi com eles e com meus professores de Humanidades que caminhei para me graduar em Ciências Sociais.
Lá dentro da USP, a Antropologia me levou a entender o cinema como forma de compreensão do mundo e produção de conhecimento. Motivando-me a me formar em Produção Audiovisual pela ETEC.
Sigo me emocionando e aprendendo a emocionar. Observando e conhecendo. Seja como Educadora em espaços não-formais ou como Montadora numa Ilha de Edição.

PEDRO SETÚBAL

Responsável pelo conteúdo e orientações em todos os projetos das salas maker. Arquiteto formado pela FAAP, estudou engenharia na FEI e desenvolve máquinas para fabricação digital e sistemas de automação. Tem experiência com eletrônica e mecânica, manufatura em metais e construção de chassis. Desde cedo se interessou por hacks e tweaks em produtos de consumo principalmente nos eletrônicos. A ideia é de propagar o design e tecnologia de fabricação open-source, trazendo a produção tecnológica para o domínio do indivíduo.
 Realização de projetos envolvendo prototipagem, fabricação digital, uso de técnicas variadas, ensino, projeto, construção, retrofit e hacks em máquinas CNC etc. Idealização e coordenação do Hacklab do Gracinha até o momento..

TERESA MAITA

Responsável por toda a comunicação visual do projeto. Há 15 anos fiz meu primeiro trabalho como designer gráfico: uma capa de disco. Eu estava na faculdade de arquitetura e urbanismo, quase me formando e querendo salvar o mundo. Mas me apaixonei pelo design e nunca mais parei. Sou de família de músicos então a arte sempre esteve muito presente na vida e o design fluiu naturalmente. Aí fui estudar, fazer cursos e trabalhar em estúdios de design, e foi assim que aprendi muito, trabalhando! São mais de 60 capas de disco, mais de 30 marcas, para empresas de pequeno e médio porte, projetos artísticos e empreendedores de áreas diversas.

RAFAEL GUIMARÃES

Responsável pela Plataforma Digital. Soteropolitano, criado no sertão nordestino, mais precisamente entre a Bahia e Pernambuco, acredito que a educação é a ferramenta mais poderosa para nos entender como pessoa e em como podemos ter uma melhor relação consigo mesmo, dentro de uma socidedade e com o meio. Apesar de ter me enveredado pelas ciências exatas, graduando em Computação e me especializando em Engenharia de Software, trabalhando nesta área desde 2003, tendo parte dessa experiência liderando projetos de tecnologia no setor de engenharia industrial em  diversos países nas américas, foram os projetos que consegui realizar como voluntário em ONG’s que me mostraram a importãncia da colaboração social e de sermos agentes da transformação que desejamos.

RIOS E RUAS

Responsáveis pelo conteúdo e saídas relacionadas aos temas:  Relevo/

Hidrografia/Clima e De onde vem a água que chega à escola e para onde vai o esgoto. É uma iniciativa que tem por propósito transformar a percepção de milhões de pessoas, jovens e adultos, a respeito dos rios e riachos que correm perto de onde vivemos, estudamos ou trabalhamos. É IMPOSSÍVEL CUIDAR DO QUE NÃO VEMOS.  QUEM VÊ CUIDA. QUEM VÊ PROTEGE. QUEM VÊ DESPERTA.
Convidamos pessoas em centros urbanos a compreender o passado, e o presente para criarmos um futuro saudável para as cidades. Nossa intenção é encontrar formas de conectar as pessoas, os rios e a cidade.
Acreditamos que o melhor jeito para descobrir os rios é conversando e caminhando pela cidade. Acreditamos no poder transformador das pessoas quando elas se aproximam para agir por uma causa comum.
Esse é o nosso jeito de expressar que queremos: RIOS LIMPOS E LIVRES!
José Bueno (arquiteto e urbanista) e Luiz de Campos Jr. (geógrafo)

RAFAEL MATTOSO

Responsável pelo tema Diversidade. Me formei em Letras (Português/Linguística) pela USP e tenho vasta experiência no Mercado Editorial. Além disso, ministro aulas de Gramática e Redação no Cursinho Popular Transformação, projeto que constrói coletivamente um espaço de Educação Popular para pessoas trans, travestis e não-bináries. Também tenho pós-graduação em Gestão de Diversidade em Organizações pela PUC-SP e participei de  ações de Diversidade em empresas e organizações.

 

IMAGINA ESSE PROJETO NA SUA ESCOLA?

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